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Mídia Out of Home será destaque em investimentos para 2020
9 de Janeiro de 2020


Os números de mídia OOH (out of home) são positivos no Brasil. Pela primeira vez, o meio ultrapassou a barreira de 10% dos investimentos publicitários no país, faturando R$ 433,98 milhões no primeiro trimestre de 2019, de acordo com o Cenp Meios. 

Com participação de 11,4% no bolo publicitário, o meio só perde para TV aberta (share de 54,7%). Em termos de penetração, o OOH encostou na mídia líder no país. Segundo o Mídia Dados Brasil 2019, enquanto a TV aberta tem 88% de penetração no total da população (30 dias), a mídia out of home tem 87%. Tal penetração é superior a países como França, Espanha, Reino Unido e EUA.

Ana Célia Biondi, presidente da ABOOH (Associação Brasileira de Out of Home) tem um olhar feliz e animado com o ambiente atual: – Estamos muito felizes com este novo patamar alcançado pelo segmento, que vem crescendo de forma sólida e contínua nos últimos anos, sendo hoje parte estratégica nos planos de comunicação de marcas de diversos setores e tamanhos. Em 2018, 6.151 anunciantes (7.658 marcas) usaram o meio em sua estratégia de comunicação, estes números são superlativos e demonstram a aderência ao meio.

O resultado pode ser creditado a vários fatores, entre eles, o ganho de profissionalismo do meio, o investimento feito em produtos de qualidade, a qualificação das equipes e a introdução de métricas, que permitem ao setor ser comparado a outros meios em termos de eficiência e custo. Tendência no mundo todo, a digitalização vai ocupar mais espaço do que ocupa hoje.

Novas tecnologias contribuem para a evolução, transformando o meio nos últimos anos, mas o estático não vai desaparecer, o uso de dados, a compra programática, tudo isso deve passar a ter mais relevância no segmento nos próximos anos.

O setor está muito otimista e com este crescimento expressivo e constante e com uma penetração cada vez mais relevante, 2020 deve ser um ano em que o OOH vai ter mais presença ainda nos planos de mídia dos anunciantes. Por conta do segmento ser democrático, atende todo tipo de anunciante em termos de tamanho e atuação. 

“E com o Brasil se mostrando uma boa opção para investimentos, o próximo ano deve ser ainda melhor do que 2019”, pontua a presidente da ABOOH.

Fonte: Propmark


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Impacto da publicidade no consumidor final
12 de Dezembro de 2019


É a publicidade que liga vendedores e consumidores. Prova disso é que países com maior crescimento econômico foram os que mais investiram, pois promove melhorias da produtividade através da competição.

A propaganda é a alma do negócio. Mas é preciso sair da zona de conforto e procurar outras formas de divulgar um produto. Com tanta inovação eletrônica e aplicativos sendo criados a cada dia, não tem desculpa para dizer que seu produto está sem visibilidade. Mas atualmente, estamos e somos bombardeados de informação; pesquisas indicam que cada vez mais as pessoas estão ficando fora de casa.

A mídia Out of Home diz respeito a publicidade que impacta o consumidor enquanto ele está fora de casa. Em um mundo digital, muitos pensam que este tipo de propaganda não representa o futuro. Vimos que a publicidade, assim como todas as áreas da comunicação, se reinventou. O mobile mudou tudo, mas o Out of Home ainda tem um impacto forte nesse mercado. A publicidade tem um papel importante ao trazer informação e entretenimento. Se os anúncios conseguem marcar a nossa memória, eles mexem com as nossas emoções e nas nossas decisões de compra.

Quando utilizar a mídia OOH?

Assumindo que o objetivo final de sua marca seja atingir algum público-alvo, em tese — e graças à imensa variedade de formatos existentes –, você pode sempre considerar incluir a mídia Out of Home no seu plano. Não estamos falando de investir em formatos caríssimos como painéis em grandes avenidas, mas de ações específicas e inovadoras, que podem trazer ótimos resultados.

Fonte: endeavor


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Out of home: em busca dos consumidores, onde eles estiverem
5 de Dezembro de 2019


Para os anunciantes, era preciso estar onde os consumidores estavam. De certa forma, este pensamento já era o embrião do que hoje conhecemos como Out of Home (“fora de casa”), cujo acrônimo é OOH. Ou seja, a mídia que atinge as pessoas em qualquer lugar que não seja aquele onde elas moram.

Hoje, a mídia Out Of Home é considerada a última das mídias de massa, e engloba de tudo: outdoors, cartazes, adesivos de ônibus, painéis de ponto de ônibus, aeroportos e de estações de metrô, quiosques de shopping e qualquer tipo de formato que pretenda atingir os consumidores fora de casa, 24 horas por dia, sete dias por semana, com conteúdo dinâmico e sempre com o objetivo de chamar a atenção.

Novos formatos de OOH surgem todo dia. Você pode se manter informado pelo site da Associação Brasileira de Out of Home (ABOOH).

Um bom exemplo: Walkers constrói uma máquina de vendas acionadas por tweet

A estratégia da amostra grátis é uma antiga aliada de qualquer marca que deseja tornar seu produto conhecido e que queira mimar o consumidor com um presentinho. Nesse case de mídia OOH essa estratégia ganha dimensões muito mais impressionantes: a Walkers transforma um painel de ponto de ônibus em uma máquina de “venda” de batatas, que é acionada por tweets.

A ação fez parte da campanha “faça-nos um sabor”, em Londres, e distribuía gratuitamente pacotes de batatas para aqueles usuários que enviasse um tweet para @Walkers_busstop. A propaganda chamou atenção tanto pela tecnologia de acionar a máquina via twitter, quanto pela imagem do ex-jogador de futebol, Gary Lineker, que era transmitida no display, dando a impressão de que ele estava mesmo ali, jogando as batatas para os usuários.


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Como funciona a publicidade exterior fora do Brasil?
28 de Novembro de 2019


No último mês de setembro foi realizado, em Nova Iorque, um encontro com empresas de mídia Out-of-Home. O encontro reuniu executivos de agências e anunciantes com veiculação de mensagens sobre a autenticidade da mídia OOH no mundo digital e móvel na atualidade. Encontros como este demonstram que mídia OOH continua viva e em constante evolução, trazendo investimento e agregando no planejamento de campanhas publicitárias em todo o mundo.

No mercado internacional os investimentos em publicidade exterior é expressivo. Na Austrália, o investimento em OOH cresceu 5,2%, de acordo com dados fornecidos pela OMA – Outdoor Media Association – no primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano de 2018.

O relatório fornecido pela entidade dá conta que a receita líquida de mídia foi de US$ 447,3 milhões, em comparação aos US$ 425,2 milhões obtidos no ano anterior.

As principais categorias que apresentaram resultados diferentes foram os chamados “outdoors de estrada”, que caíram US$ 3 milhões para chegar em US $ 176,7 milhões, e o segmento “outros”, que inclui mobiliário urbano e ônibus, subindo de US$ 117,1 milhões, em 2018, para US $ 126,1 milhões neste ano.

O segmento de transporte, que inclui a mídia em aeroportos, também subiu, com os números de 2019 mostrando uma receita de US$ 82,6 milhões, contra US $ 69,8 milhões em 2018. Os segmentos de varejo e life style, que inclui shopping centers, escritórios e centros médicos, passaram de US$ 58,3 milhões para US$ 61,8 milhões.

Essa tendência de crescimento na mídia exterior no mercado internacional já está chegando ao mercado nacional, demonstrando a grande importância da mídia exterior em um bom planejamento de campanha publicitária.


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Por que considerar OOH no seu marketing?
21 de Novembro de 2019


Visibilidade na certa: Hoje em dia, é praticamente impossível passearmos por aí sem nos depararmos com, pelo menos, uma peça de OOH. Elas simplesmente estão lá, em nossas idas e vindas do dia a dia;

Alcance e impacto: Se você planeja campanhas para diversos meios de comunicação como televisão, jornais ou internet, usar a mídia OOH pode proporcionar um alcance ainda maior para a sua marca, reforçando as mensagens que distribui. Além disso, ela tem bom potencial de impacto porque apela para um dos nossos sentidos mais aguçados: a visão.

Geolocalização: Esse benefício vale mais para os formatos DOOH, que permitem a anunciantes direcionarem a comunicação para um público bem específico, no momento exato. Um exemplo para ilustrar: um restaurante próximo a um grande centro empresarial pode anunciar, nas telas de elevadores do prédio e em horários próximos ao almoço, suas promoções para essa refeição.

Interação: Hoje, anunciantes estão interagindo com seu público por meio de Digital Out of Home. Caso os usuários permitam, eles recebem notificações de displays eletrônicos e de outras peças. Os beacons, dispositivos que emitem sinais por meio de tecnologia, também estão sendo utilizados.

Um bom exemplo é o painel com realidade aumentada que promoveu a Pepsi e alguns bons sustos.

Se imagine tranquilamente esperando pelo ônibus quando, de repente, um meteoro vem em sua direção. E se fosse um leopardo ou um ataque alienígena?

Foi exatamente isso que a Pepsi fez na New Oxford Street, em Londres, por meio de um anúncio extraordinário, utilizando realidade aumentada em um painel de ponto de ônibus. O display fica transparente por um momento, revelando o que há por trás dele na rua. De repente, a tela exibe imagens que se sobrepõem à imagem da rua, como a do meteoro e a do leopardo, dando a impressão que eles estão bem ali ao lado mesmo.


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O que se pode esperar nos próximos anos da Mídia OOH no Brasil?
14 de Novembro de 2019


A mídia Out Of Home possui diversas aplicações e formas. O seu crescimento em painéis digitais em todo o mundo e a automação da compra e venda de Digital Out-Of-Home (DOOH), só vem avançando e tomando força e escala.
Os anunciantes querem uma transformação que otimize investimento e tempo, já que aparentemente, no futuro, vamos gerenciar todas as mídias em um único painel, inclusive o Out-Of-Home, que está em plena transformação.

O Out-Of-Home é a mídia das cidades inteligentes. Como o conceito smart cities está cada vez mais forte e inclui desde soluções de tecnologia e inovações de mobilidade urbana até oferta de serviços em tempo real, o evento dissertou que o avanço do Digital Out-Of-Home (DOOH) faz dessa mídia a protagonista nas cidades inteligentes. Por meio das telas digitais e interativas, a população pode ter acesso a informações sobre clima, tráfego e infraestrutura, beneficiando moradores e turistas com conectividade, informações e mensagens de interesse.

– A mídia Out-Of-home é a mídia da criatividade holográfica. Em um momento em que a experiência do cliente se torna um dos maiores ativos das marcas, grandes anunciantes estão recorrendo às novas técnicas interativas de OOH para fazer as pessoas se conectarem às suas mensagens. Diante da abundância na oferta de produtos e serviços, a conexão que a mídia OOH permite nos grandes centros urbanos, se torna um caminho inventivo e inspirador para a criação de campanhas. É importante olhar de perto a digitalização da mídia OOH, que aponta enormes oportunidades de conexão para clientes.

De 2021 em diante, deverá haver uma aceleração maior, segundo o órgão, que é o representante de toda a indústria digital.

As possibilidades criativas são ilimitadas quando você explora o DOOH de forma programática. Esse tipo de publicidade exterior deve ganhar escala com a implementação do 5G nas grandes cidades, que aumentará a hiperconectividade dos painéis digitais. Além disso, permitirá uma mensuração mais assertiva sobre campanhas em outdoor.


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Comentários sobre mídia externa no RJ
17 de Julho de 2017


Sobre as empenas cegas e o RJ. O Município do RJ tem como foco principal para a mídia externa, o Centro da Cidade, que reúne de comércios a serviços e todos os tipos de pessoas de todos os bairros e outros municípios. Só para se ter uma idéia, em 1999 uma matéria feita pelo Jornal Nacional, da TV Globo, revelava que o prédio conhecido como “Edifício Central” que fica na Av. Rio Branco, próximo ao painel da Av. Presidente Vargas, tinha circulação diária superior à população de Roraima.

Os outros focos são os bairros adjacentes, da zona sul, zona norte e zona oeste. O Centro, como já dito anteriormente, era exclusivamente local de trabalho, mas após reestruturação urbana, com a revitalização da zona do Porto e a instalação do Museu do Amanhã se transformou em ponto turístico. Também esta em andamento um processo de construção de novos prédios residenciais. Já nos bairros tradicionalmente residenciais, temos de tudo, lazer, comércio e serviço.

Os bairros têm suas características pessoais. Por exemplo: na zona oeste, a Barra da Tijuca é considerada a área dos “emergentes” e tudo de novo e moderno, os grandes Shoppings, estão lá.

Na zona sul, Ipanema/Leblon, (Av. Vieira Souto sendo o m² mais caro do RJ), é a área “fashion” “nobre” e “tradicional”. Reúne artistas, intelectuais, políticos e empresários, tendo vida noturna muito ativa. No Leblon, temos várias ruas próximas ao canal do Leblon, que foram “fechadas”, virando ruas particulares que formam o Jardim Pernambuco, condomínio exclusivo de casas de classe AAA onde residem famílias tradicionais e grandes empresários. Local mais nobre do Rio. Propositalmente “esquecido”, intocável e pouco comentado.
Copacabana, sendo o bairro mais conhecido mundialmente por turistas, preferido, para moradia, dos aposentados de situação estável, tem em sua praia o ponto de encontro e lazer de grande número de jovens, adolescentes, adultos e idosos que entre outras coisas pedalam e caminham no calçadão, praticam esportes de areia, durante quase que às 24h. do dia. Ainda temos vários eventos esportivos e musicais durante todo o ano, sem falar da vida noturna já conhecida.

Na zona norte, Tijuca, Méier e Vila Isabel, bairros tradicionais abrigando famílias que “não trocam de lugar por nada deste mundo”, sendo inclusive segunda opção de moradia para quem não encontra imóvel, ou não quer morar na zona sul, mas querem ter o mesmo status. Possuem suas características próprias, com forte tendência para a boemia e o samba, atraindo pessoas de todos os lugares para o lazer noturno local. É só lembrar Martinho da Vila, Mangueira ou Salgueiro.


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