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O ESG no OOH

21 de Julho de 2021


Depois de um 2020 muito difícil para o OOH, em 2021 o segmento emerge com força, inovação e propósito, pois a mídia exterior também entrega impacto ambiental, social e governamental, características que, possivelmente, a tornam o meio de mídia mais engajado com o ESG, tradução do inglês para Governança Ambiental, Social e Corporativa.

Quando falamos da letra ‘E’ da sigla, de Environmental (ambiental), estamos nos referindo às práticas ambientais, ou seja, como a empresa procura reduzir o impacto ambiental com o seu negócio e se preocupa com questões como aquecimento global, emissão de carbono, eficiência energética, gestão de resíduos, poluição e recursos naturais.

Uma das questões ambientais relacionadas com o OOH, por exemplo, é a preocupação com o descarte das lonas, produto reciclável e matéria-prima do setor. Algumas empresas já vêm se responsabilizando pelo destino desse material, como a Favretto Painéis, que transforma os resíduos em vasos de flores e os distribui para as comunidades locais.

Já a letra ‘S’, de Social, avalia como a empresa respeita seus parceiros: clientes, colaboradores e funcionários. Os temas contemplados são inclusão e diversidade, direitos humanos, engajamento dos funcionários, privacidade e proteção de dados, políticas e relações de trabalho, relações com comunidades e treinamento da força de trabalho.

Trazendo a aplicação da sigla para o momento pandêmico, é imperioso citar as empresas que estenderam a mão e seus ativos de mídia para os pequenos empresários, os que mais sentiram a dor da pandemia no balanço das empresas.

A Outdoormídia criou a campanha: “Pense grande, compre do pequeno”. Após um breve cadastro e avaliação, academias, restaurantes, salões de beleza e pequenos comércios ganharam um mês de veiculação gratuita nas telas de uma das empresas mais inovadoras de DOOH de Curitiba.

Em relação à Governança, última letra da sigla ESG, mensura-se a adoção de melhores práticas de gestão corporativa, como diversidade, ética e transparência.

Um dos cases a ser acompanhado, é a Eletromidia, empresa que fez seu IPO e captou R$ 870 milhões. Para ela, o ‘G’, de Governança, está no dia a dia da gestão, mas o seu compromisso com o ESG está presente além da gestão do tripé ambiental, social e governança, mas também no produto.

A Estação Sustentável, da Vila Olímpia, na cidade de São Paulo, projeto batizado de Trilhos Verdes, recém-inaugurado em parceria com o Santander, é a materialização desse conceito. Além de trazer visibilidade à empresa, traz diferentes soluções sustentáveis, como: sistema de reaproveitamento de energia solar, captação da água da chuva, reuso de água de esgoto, bancos construídos a partir de materiais recicláveis e com carregadores para celular. O espaço conta ainda com painéis que informam os passageiros que circulam pela estação sobre a quantidade de água e energia que aquele espaço está economizando e também possui um admirável jardim vertical, que além de ajudar a amenizar a temperatura no local é irrigado com a água tratada proveniente dos banheiros da própria estação.

Para além do mercado nacional, o OOH tem players internacionais que entendem o ESG como o novo normal. O OOH moderno é esse que impacta como meio e com propósito nas suas ações sustentáveis.

Leonardo Lazzarotto, CEO da Tailor Media, 28/06/2021

 

O artigo completo publicado na Meio&Mensagem pode ser lido em:

https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/opiniao/2021/06/28/o-esg-no-ooh.html

 



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