INFORMATIVO








Agências explicam mudanças na dinâmica dos investimentos
1 de Abril de 2022


Embora os investimentos em mídia realizados em 2021 tenham sido superiores aos de 2020 – o Cenp-Meios contabilizou alta de 38,8% no último ano – os últimos 12 meses também foram de reprogramação constante dos planos de comunicação dos clientes.

Se no primeiro ano de pandemia houve claramente restrições nos investimentos em publicidade, a partir de 2021 a reaceleração da economia, sobretudo no segundo semestre, fomentou a volta de um volume mais consistente nos investimentos em mídia, que chegou a R$ 19,7 bilhões ante os R$ 14,2 bilhões reportados em 2020. Naquele ano, participaram do Cenp-Meios 217 agências. Nesta última edição, 298 participaram.

A TV aberta ainda encabeça o ranking do Cenp-Meios. A diferença, porém, é que consta com o menor share (45,4%) já registrado pelo levantamento. Ainda que seu papel de propagar produtos de massa se mantenha, o meio divide atenção com outros em forte crescimento como a internet.

O investimento mais granular de mídia é algo que também exerce influência direta sobre o share da TV aberta, ressalta Marcia Esteves, CEO e sócia da Lew’Lara\TBWA. “Há um investimento casado com o digital, tem o streaming, a complementaridade de meios. Especialmente em 2020, as pessoas passaram a consumir de tudo, Netflix, redes sociais. O ano de 2021 apresenta queda, mas estamos comparando com um ano recorde de audiência, com as pessoas em lockdown”, avalia. A CEO considera que o consumo diversificado de meios deve continuar, o que exigirá um olhar muito mais apurado das agências. “Quando a gente passa a investir em e-commerce, trazemos para dentro pelo menos cinco disciplinas, como UX e varejo”.

A TV paga, por sua vez, cresceu 49,1% de 2020 para 2021. Segundo Marcia, houve a chegada de novos canais pagos, o que favorece mais oportunidades para os anunciantes nesse meio. “Na TV aberta a pessoa vai na programação, enquanto na TV paga vai direto no conteúdo”, observa.

Diante das mudanças de consumo nos últimos dois anos, a conversa deve ser menos sobre canais ou meios específicos, e mais sobre a totalidade da jornada integrada de compra das pessoas.

Com o primeiro trimestre prestes a se encerrar em meio à liberação controversa do uso de máscaras em locais fechados e novas variantes na Ásia, qualquer perspectiva de crescimento certeira é descartada. O contexto econômico atual, somado aos impactos da guerra na Ucrânia e eventos futuros, como as eleições, continuam exigindo um olhar adaptável de agências e clientes.

Em um cenário de constantes mudanças e instabilidades, executivos do segmento publicitário acreditam que, depois de dois anos, as empresas aprenderam a se reprogramar quantas vezes forem necessárias. Marcia, da Lew’Lara, aposta em um 2022 melhor e destaca a reabertura e a volta de eventos presenciais, que devem permitir a criação de ações que marcas deixaram de fazer nos últimos dois anos.

Isabella Lessa, 22/03/2022

 

 

O artigo completo publicado na Meio&Mensagem pode ser lido em:

https://www.meioemensagem.com.br/home/comunicacao/2022/03/22/cenp-meios-agencias-explicam-mudancas-na-dinamica-dos-investimentos.html





A educação é a distância, mas a mídia é logo ali na esquina
14 de Fevereiro de 2022


De 2009 a 2019, o crescimento do segmento de educação a distância (EaD) no Brasil foi de 378,9%, segundo dados do Censo de Educação Superior para o Inep, contabilizados em 2020.

O ápice desse crescimento foi registrado entre março e abril de 2020, em razão da pandemia de coronavírus, quando o EaD registrou um aumento de 70% nas matrículas.

Somos um país continental, com imensa desigualdade social, em que apenas 5% da população possui curso superior. Nesse sentido, o EaD atende às necessidades do brasileiro, pois oferece diferencial competitivo ao ensino presencial, nos seguintes aspectos: praticidade; economia e inclusão.

O acesso à internet, por sua vez, é algo que precisa ser melhorado, pois ainda deixa a desejar quanto à qualidade e à velocidade das conexões, dificultando o acompanhamento das aulas online.

No EaD, o modelo de negócio contempla os polos regionais. O polo de apoio presencial é o local devidamente credenciado pelo MEC, no país ou no exterior, próprio para o desenvolvimento descentralizado de atividades pedagógicas e administrativas relativas aos cursos e programas ofertados a distância.

Através dos polos funciona o poder de capilaridade das principais instituições de ensino, que são nacionais, mas construídas por meio da presença regional.

Para construir presença regional, precisamos olhar para as oportunidades de mídia regional, e isso o segmento de educação faz muito bem. É o setor líder em investimento publicitário no meio out-of-home, com 9% de participação, que entrega grande alcance e impacto nas conexões urbanas das pessoas com suas diferentes mídias. Tudo isso com estudos de geolocalização que cruzam o endereço dos polos com a jornada das pessoas, para um roteiro de mídia cada vez mais assertivo.

A lembrança da marca das instituições de ensino é construída na mídia local e de massa. Depois segue o funil de vendas com o digital, fazendo o seu trabalho de conversão.

Com um crescimento de mais de 300% o EaD, capacitou-se tecnologicamente e fez uma excelente lição de casa no marketing e na comunicação.

 

Leonardo Lazzarotto, CEO da Tailor Media, 21/01/2022

 

O artigo completo publicado na Meio&Mensagem pode ser lido em:

https://www.proxxima.com.br/home/proxxima/opiniao/2022/01/21/a-educacao-e-a-distancia-mas-a-midia-e-ali-na-esquina.html

 



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