INFORMATIVO








O que se pode esperar nos próximos anos da Mídia OOH no Brasil?
14 de Novembro de 2019


A mídia Out Of Home possui diversas aplicações e formas. O seu crescimento em painéis digitais em todo o mundo e a automação da compra e venda de Digital Out-Of-Home (DOOH), só vem avançando e tomando força e escala.
Os anunciantes querem uma transformação que otimize investimento e tempo, já que aparentemente, no futuro, vamos gerenciar todas as mídias em um único painel, inclusive o Out-Of-Home, que está em plena transformação.

O Out-Of-Home é a mídia das cidades inteligentes. Como o conceito smart cities está cada vez mais forte e inclui desde soluções de tecnologia e inovações de mobilidade urbana até oferta de serviços em tempo real, o evento dissertou que o avanço do Digital Out-Of-Home (DOOH) faz dessa mídia a protagonista nas cidades inteligentes. Por meio das telas digitais e interativas, a população pode ter acesso a informações sobre clima, tráfego e infraestrutura, beneficiando moradores e turistas com conectividade, informações e mensagens de interesse.

– A mídia Out-Of-home é a mídia da criatividade holográfica. Em um momento em que a experiência do cliente se torna um dos maiores ativos das marcas, grandes anunciantes estão recorrendo às novas técnicas interativas de OOH para fazer as pessoas se conectarem às suas mensagens. Diante da abundância na oferta de produtos e serviços, a conexão que a mídia OOH permite nos grandes centros urbanos, se torna um caminho inventivo e inspirador para a criação de campanhas. É importante olhar de perto a digitalização da mídia OOH, que aponta enormes oportunidades de conexão para clientes.

De 2021 em diante, deverá haver uma aceleração maior, segundo o órgão, que é o representante de toda a indústria digital.

As possibilidades criativas são ilimitadas quando você explora o DOOH de forma programática. Esse tipo de publicidade exterior deve ganhar escala com a implementação do 5G nas grandes cidades, que aumentará a hiperconectividade dos painéis digitais. Além disso, permitirá uma mensuração mais assertiva sobre campanhas em outdoor.





Comentários sobre mídia externa no RJ
17 de Julho de 2017


Sobre as empenas cegas e o RJ. O Município do RJ tem como foco principal para a mídia externa, o Centro da Cidade, que reúne de comércios a serviços e todos os tipos de pessoas de todos os bairros e outros municípios. Só para se ter uma idéia, em 1999 uma matéria feita pelo Jornal Nacional, da TV Globo, revelava que o prédio conhecido como “Edifício Central” que fica na Av. Rio Branco, próximo ao painel da Av. Presidente Vargas, tinha circulação diária superior à população de Roraima.

Os outros focos são os bairros adjacentes, da zona sul, zona norte e zona oeste. O Centro, como já dito anteriormente, era exclusivamente local de trabalho, mas após reestruturação urbana, com a revitalização da zona do Porto e a instalação do Museu do Amanhã se transformou em ponto turístico. Também esta em andamento um processo de construção de novos prédios residenciais. Já nos bairros tradicionalmente residenciais, temos de tudo, lazer, comércio e serviço.

Os bairros têm suas características pessoais. Por exemplo: na zona oeste, a Barra da Tijuca é considerada a área dos “emergentes” e tudo de novo e moderno, os grandes Shoppings, estão lá.

Na zona sul, Ipanema/Leblon, (Av. Vieira Souto sendo o m² mais caro do RJ), é a área “fashion” “nobre” e “tradicional”. Reúne artistas, intelectuais, políticos e empresários, tendo vida noturna muito ativa. No Leblon, temos várias ruas próximas ao canal do Leblon, que foram “fechadas”, virando ruas particulares que formam o Jardim Pernambuco, condomínio exclusivo de casas de classe AAA onde residem famílias tradicionais e grandes empresários. Local mais nobre do Rio. Propositalmente “esquecido”, intocável e pouco comentado.
Copacabana, sendo o bairro mais conhecido mundialmente por turistas, preferido, para moradia, dos aposentados de situação estável, tem em sua praia o ponto de encontro e lazer de grande número de jovens, adolescentes, adultos e idosos que entre outras coisas pedalam e caminham no calçadão, praticam esportes de areia, durante quase que às 24h. do dia. Ainda temos vários eventos esportivos e musicais durante todo o ano, sem falar da vida noturna já conhecida.

Na zona norte, Tijuca, Méier e Vila Isabel, bairros tradicionais abrigando famílias que “não trocam de lugar por nada deste mundo”, sendo inclusive segunda opção de moradia para quem não encontra imóvel, ou não quer morar na zona sul, mas querem ter o mesmo status. Possuem suas características próprias, com forte tendência para a boemia e o samba, atraindo pessoas de todos os lugares para o lazer noturno local. É só lembrar Martinho da Vila, Mangueira ou Salgueiro.



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